- Uso duplo: a agência usa o Kommo internamente para sua própria prospecção e pode ofertar implementação do Kommo como serviço para os clientes.
- Pipeline de propostas: organiza o ciclo de vendas da agência (primeiro contato → briefing → proposta → negociação → fechamento) com visibilidade total.
- Follow-up de proposta: automações de lembrete reduzem o tempo de resposta do prospect e evitam propostas esquecidas sem retorno.
- Atenção ao modelo de gestão de clientes: o Kommo é bom para funil de vendas; para gestão de projetos de clientes ativos, ferramentas como Trello, Asana ou Notion costumam complementar.
Como agências de marketing costumam usar o Kommo?
O uso mais comum em agências é organizar a própria prospecção — leads que chegam via formulário no site, LinkedIn, indicação ou tráfego pago entram no pipeline e seguem um fluxo comercial estruturado. Sem CRM, agências costumam perder follow-up depois do envio da proposta, que é exatamente onde a maioria das vendas se perde.
Agências mais avançadas usam o Kommo em dois níveis: internamente para prospecção de novos clientes, e como serviço para clientes que precisam estruturar o próprio processo comercial. Isso cria uma nova linha de receita e aumenta o ticket dos contratos.
Qual é o pipeline ideal para uma agência?
Não existe pipeline universal, mas um modelo funcional para agências costuma ter: primeiro contato → qualificação (briefing inicial) → proposta enviada → proposta em negociação → cliente fechado.
Cada etapa pode ter automações específicas. Na etapa "proposta enviada", por exemplo, o Salesbot pode enviar uma mensagem de follow-up automático após 3 dias sem resposta, sem o vendedor precisar lembrar manualmente.
| Etapa do pipeline | Automação possível |
|---|---|
| Primeiro contato | Boas-vindas + pedido de briefing básico |
| Proposta enviada | Follow-up em 3 dias se sem resposta |
| Em negociação | Lembrete manual agendado no card |
| Cliente fechado | Mensagem de boas-vindas + próximos passos |
O Kommo ajuda a gerenciar projetos de clientes ativos?
Esse é um ponto que merece atenção. O Kommo foi desenhado para funis de vendas e relacionamento — não para gestão de tarefas, sprints ou entregas de projeto. Usar o Kommo como quadro de projeto de cliente tende a criar confusão entre leads e clientes ativos.
A prática mais eficiente para agências é usar o Kommo para o comercial (captação e fechamento) e uma ferramenta de gestão de projetos separada (Trello, Asana, Notion, ClickUp) para o operacional de cada conta. Integração entre as ferramentas é possível via automações.
Oferecer implementação do Kommo como serviço é viável?
Sim, e é um modelo que algumas agências brasileiras já adotam. A lógica: a agência aprende a usar o Kommo na própria operação e passa a oferecer implementação para os clientes como serviço adicional. Isso funciona especialmente para clientes que já têm demanda de CRM mas não sabem por onde começar.
Para agências que querem aprofundar esse caminho, comunidades especializadas em implementação do Kommo — como a Comunidade Kommo Brasil — oferecem referências de configuração e cases reais para acelerar o aprendizado.
Perguntas frequentes
O Kommo é melhor que o Pipedrive para agências?
Uma agência pode gerenciar múltiplos pipelines no Kommo?
Vale a pena para agências pequenas com menos de 5 pessoas?
O Kommo tem relatórios de desempenho comercial?
Leia também
O software é bom. O resultado vem da implementação.
O Kommo é uma ferramenta excelente — mas quem transforma o CRM em máquina de vendas é o processo por trás dele. A rota mais rápida: entrar na Comunidade Kommo Brasil (implementação guiada com quem já fez centenas de vezes) ou contratar a engenharia do Luiz Otávio.